Hoje, acordamos com programaçao de conhecer Cidade Proibida. Eu adorei a idéia porque quando visitei Beijing no ano passado o local não estava aberto a visitação.
E percebi o quanto sou sortuda de ter esta segunda oportunidade. O calor estava infernal, mas valeu a pena.
Imediatamente ao entrar lembrei do filme o Ultimo Imperador.
A mística Cidade Proibida (Zijin Cheng), assim chamada porque estes foram os seus limites, durante 500 anos para o povo. As autoridades de Beijing denominam-na Gugong, algo assim como palácio museu. Trata-se do conjunto maior e melhor conservado de antigos edifícios e construções de palácios do mundo e também o mais importante complexo cultural e artístico da China.
Foi a residência das dinastias Ming e Qing. Os imperadores não saiam deste lugar, meio caminho entre o paraíso e o inferno, se não for realmente necessário. Deste pequeno mundo, independente do resto da cidade, os imperadores governavam a China.
A construção do palácio foi ordenada pelo Imperador Yong Le no século XV, utilizando mais de um milhão de camponenses como obreiros. As edificações que atualmente podemos contemplar são na sua maioria posteriores ao século XVIII.
A Cidade proibida sofreu numerosos incêndios, umas vezes por causa dos acidentes que sucederam nos Festivais da Lanterna, animados pelas repentinas rajadas de vento, e outras provocados pelas especulações de eunucos e oficiais. O fosso que rodeia o Palácio, agora usado para embarcações, foi construido para sufocá-los.

Nenhum comentário:
Postar um comentário